
Leio hoje os meus próprios textos, os mais lindos e mais inspirados, e me parece que foram escritos por outra pessoa, e não por mim. Sinto como se eu tivesse mudado, como se eu agora fosse uma outra pessoa completamente diferente, que não pode mais sentir, escrever, descrever, acreditar, naqueles sentimentos e afirmações que há naquelas linhas. Sinto Saudades daquele outro Eu, o que escreveu todas aquelas linhas, que parece que de fato já morreu, e não tem mais como voltar.
(Após reler "Amar" e "Amizade — Uma Forma De Amar")
-21/02/2011-A)
Arison Figueiredo de Sant'Anna


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