
Como posso matar um sentimento que me preenche, pois que tomou conta de mim, e é mais do que uma parte vital do meu Ser, pois a esta altura já é toda a plena extensão deste meu ser?
E não sei essa resposta, e confesso que tenho tanto medo de saber, pois que se esse sentimento é o que me mantém vivo, se eu tentar — como aliás já estou tentando — lutar com ele com certeza irei adoecer, e se chegar a matá-lo, com ele irei também morrer...
E se não o mato, não viverei em Paz, e se o mato, aí já não viverei mais — eis aí o meu grande e atual dilema, que me lança numa confusão mental e emocional até então sem precedentes, que me lança também mais uma vez na mais profunda e terrível Escuridão dentro do meu próprio Ser, dentro da qual já não mais me reconheço, já não sei mais quem eu sou, o que quero e desejo, o que penso, o que sinto e o que eu faço...
E se eu matar esse sentimento que sinto por alguém, se eu matar ese alguém dentro de mim, é como se eu matasse a mim também...
-28/04/2010-B
Arison Figueiredo de Sant'Anna
E não sei essa resposta, e confesso que tenho tanto medo de saber, pois que se esse sentimento é o que me mantém vivo, se eu tentar — como aliás já estou tentando — lutar com ele com certeza irei adoecer, e se chegar a matá-lo, com ele irei também morrer...
E se não o mato, não viverei em Paz, e se o mato, aí já não viverei mais — eis aí o meu grande e atual dilema, que me lança numa confusão mental e emocional até então sem precedentes, que me lança também mais uma vez na mais profunda e terrível Escuridão dentro do meu próprio Ser, dentro da qual já não mais me reconheço, já não sei mais quem eu sou, o que quero e desejo, o que penso, o que sinto e o que eu faço...
E se eu matar esse sentimento que sinto por alguém, se eu matar ese alguém dentro de mim, é como se eu matasse a mim também...
-28/04/2010-B
Arison Figueiredo de Sant'Anna







